O desenvolvimento do ser humano é feito através da mudança, desde de um bebé de colo para uma criança irrequieta e depois para um adulto, até à velhice. O próprio desenvolvimento cognitivo do Homem exige que este mude de diferentes níveis de aprendizagem, desde a pré-primária à secundária. Mudamos de casa, mudamos de grupo de amigos, mudamos de professores... Estamos em constante mudança. Cada situação é única, pessoal e é capaz de mudar a nossa vida radicalmente.
Mas, o que fazer face à mudança? Aceitamos o novo desafio ou refutamos a mudança?
Como parte fundamental da nossa existência, a mudança nem sempre tem consequências boas. Por vezes, deparamo-nos com um desafio tão grande que nos sentimos apáticos e incapazes de agir. Outras vezes, recusamo-nos a aceitar a mudança por estarmos habituados à nossa vida anteriormente, ao aconchego da felicidade, e queremos que nunca acabe. Mas tudo o que tem um início tem um fim e a vida não pode ser sempre a mesma. Têm que existir desafios que nos façam mudar, ou pagaremos por permanecer os mesmos.
Resta-nos aceitar mudança. São os desafios que nos fazem e que nos permitem testar as nossas capacidades. Se não houver desafios que tornem a vida interessante, tornamo-nos meros espectadores da nossa própria vida. Mudar permite melhorar o nosso intelecto, a nossa maneira de pensar e a capacidade de fazer juízos. Contudo, para que a mudança não seja feita de modo abrupto, pois nesses casos o impacto tende a ser mais pesaroso, é necessário haver um elemento que permaneça igual. Tem que existir algo que não nos faça ficar em pânico perante a mudança, que nos possibilite encontrar um equilíbrio de emoções, sensações, sentimentos... e esse elemento que permanece imutável vai servir como ponto de referência para que nos apercebamos o quanto nós mudámos.
Eis então o meu conselho para quem está perante uma mudança nas suas vidas: não a temam. O receio de perder o que é bom e único assombra a todos mas a mudança faz-nos crescer. Leva à descoberta dos nossos limites e forças, a que lutemos por mais, lutemos para atingir aquele ponto em que somos de facto, felizes. E claro, aceitar a mudança dá-nos mais força para sobreviver às diversas mudanças que ocorrem na vida. Como um amigo meu diz: «Life goes on» e nós só a temos de a acompanhar.
Mas, o que fazer face à mudança? Aceitamos o novo desafio ou refutamos a mudança?
Como parte fundamental da nossa existência, a mudança nem sempre tem consequências boas. Por vezes, deparamo-nos com um desafio tão grande que nos sentimos apáticos e incapazes de agir. Outras vezes, recusamo-nos a aceitar a mudança por estarmos habituados à nossa vida anteriormente, ao aconchego da felicidade, e queremos que nunca acabe. Mas tudo o que tem um início tem um fim e a vida não pode ser sempre a mesma. Têm que existir desafios que nos façam mudar, ou pagaremos por permanecer os mesmos.
Resta-nos aceitar mudança. São os desafios que nos fazem e que nos permitem testar as nossas capacidades. Se não houver desafios que tornem a vida interessante, tornamo-nos meros espectadores da nossa própria vida. Mudar permite melhorar o nosso intelecto, a nossa maneira de pensar e a capacidade de fazer juízos. Contudo, para que a mudança não seja feita de modo abrupto, pois nesses casos o impacto tende a ser mais pesaroso, é necessário haver um elemento que permaneça igual. Tem que existir algo que não nos faça ficar em pânico perante a mudança, que nos possibilite encontrar um equilíbrio de emoções, sensações, sentimentos... e esse elemento que permanece imutável vai servir como ponto de referência para que nos apercebamos o quanto nós mudámos.
Eis então o meu conselho para quem está perante uma mudança nas suas vidas: não a temam. O receio de perder o que é bom e único assombra a todos mas a mudança faz-nos crescer. Leva à descoberta dos nossos limites e forças, a que lutemos por mais, lutemos para atingir aquele ponto em que somos de facto, felizes. E claro, aceitar a mudança dá-nos mais força para sobreviver às diversas mudanças que ocorrem na vida. Como um amigo meu diz: «Life goes on» e nós só a temos de a acompanhar.
